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Polícia Civil prende envolvido em sequestro, homicídio e ocultação de cadáver em Barra do Garças

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O quinto suspeito envolvido no crime de sequestro, homicídio e ocultação de cadáver, em de Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá), teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, por meio da 1ª Delegacia de Polícia do município.

O foragido era procurado deste a operação “Argos”, deflagrada no dia 02 de fevereiro, para cumprimento de mandados judiciais contra executores de um homicídio registrado em dezembro de 2022.

Dos cinco autores identificados, quatro foram presos anteriormente, faltando apenas o jovem de 21 anos, que acompanhando de sua advogada, se apresentou na manhã de sábado (25.02), na 1ª Delegacia de Barra do Garças.

O Crime

Diego Borges de Oliveira, de 28 anos, foi sequestrado por integrantes de uma organização criminosa, na madrugada do dia 25 de dezembro de 2022, ocasião em que assumiu para os suspeitos, integrar uma facção criminosa rival.

A vítima foi morta por asfixia e seu corpo foi jogado em uma região de mata, na região do município de Pontal do Araguaia.

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Nome da operação

Argos na mitologia grega, era um gigante cujo corpo era coberto por olhos. Enquanto dormia, metade dos olhos se fechava e descansava enquanto a outra metade vigiava.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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