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Mais de 800 quilos de entorpecentes apreendidos na fronteira são destruídos pela Polícia Civil

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Mais de 800 quilos de entorpecentes apreendidos na região de fronteira foram incinerados pela Polícia Civil, na manhã desta quarta-feira (29.03), na caldeira de um laticínio localizado na Rodovia MT-175, em São José dos Quatro Marcos (315 km a oeste de Cuiabá).

A grande quantidade de entorpecente, sendo a maior parte cocaína e maconha, é fruto de apreensões realizadas pelas Forças de Segurança, Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal (PRF).

O montante refere-se a procedimentos instaurados na 1ª Delegacia de Cáceres, Delegacia de Fronteira, Delegacia de São José dos Quatro Marcos e Delegacia de Araputanga, entre autos de prisão em flagrante, inquéritos policiais e Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO).

A queima da droga foi realizada após autorizações expedidas pela Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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