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Polícia Civil prende em Pedra Preta foragido por estupro de vulnerável em Alagoas

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Pedra Preta (245 km de Cuiabá), prendeu, nessa terça-feira (16.4), um homem, de 60 anos, condenado por estupro de vulnerável. O suspeito estava foragido da Justiça de Alagoas e possuía um mandado de prisão expedido pela 14ª Vara Criminal – especializada em Crimes Contra Populações Vulneráveis, do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL).

A prisão ocorreu após trabalho de investigação, levantamento e monitoramento realizado pela equipe da Delegacia de Pedra Preta, cidade em que o homem foi localizado e preso.

Contra ele, havia uma condenação de 17 anos e 22 dias de reclusão em regime fechado, pelo crime previsto no artigo 217-A do Código Penal (estupro de vulnerável), com incidência dos artigos 71 (crime continuado) e 226, inciso II (agravante por relação de ascendência com a vítima).

A ação integra a Operação Caminhos Seguros 2025, que tem como objetivo o combate à exploração sexual de crianças e adolescentes em todo o país.

A Delegacia de Pedra Preta vem intensificando as ações voltadas à repressão de crimes contra populações vulneráveis, reafirmando o compromisso da Polícia Civil na proteção à infância e na garantia de justiça às vítimas.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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