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Polícia Civil prende casal suspeito de tráfico de drogas em Arenápolis

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A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, na sexta-feira (23.1), um casal suspeito de atuar diretamente no tráfico ilícito de drogas em Arenápolis. A ação resultou na apreensão de diversas substâncias entorpecentes, além de dinheiro proveniente da atividade criminosa, desarticulando um esquema de comercialização de drogas vinculado a uma facção criminosa.

Durante a operação, os investigadores apreenderam porções de substância análoga à cocaína, pasta base de cocaína, maconha e loló, bem como uma quantia significativa em dinheiro. Os materiais evidenciam a prática reiterada do tráfico de entorpecentes.

As investigações apontam que os suspeitos mantinham ligação com uma facção criminosa, atuante de forma estruturada na distribuição de drogas em Arenápolis. Com a prisão do casal, a Polícia Civil conseguiu interromper a atuação criminosa e enfraquecer a organização local do tráfico.

“A Polícia Civil de Arenápolis mantém atuação firme e contínua no enfrentamento ao tráfico de drogas e segue comprometida com a preservação da ordem pública e com a segurança da população. Nossa equipe, assim como toda a instituição, atua ao lado do cidadão de bem e não mede esforços para combater grupos criminosos e garantir a tranquilidade da sociedade”, afirmou o delegado Cesar Caio Alves de Almeida.

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Segundo o delegado, as investigações continuam, com o objetivo de identificar outros envolvidos no esquema criminoso e coibir novas práticas ilícitas na região.

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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