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Polícia Civil prende autor de tortura contra morador de Alta Floresta

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Um criminoso de alta periculosidade e foragido da Justiça foi preso preventivamente pela Polícia Civil, nesta terça (25.07), em Alta Floresta.

No dia 19 de janeiro, a vítima foi acusada por criminosos de ter furtado 150 gramas de cocaína de um traficante no município. Com medo, a vítima fugiu, mas foi encontrada pelos criminosos.

Após sequestrarem a vítima, os criminosos a levaram a uma chácara onde foi torturada e depois atingida por disparos de arma de fogo em cada uma das suas mãos.

Na ocasião do crime, três suspeitos foram presos em flagrante. Além disso, os policiais conseguiram localizar a chácara em que a vítima foi torturada e localizado também o veículo usado no sequestro.

Apesar dos esforços da Polícia Civil e da Polícia Militar de Alta Floresta, um dos suspeitos conseguiu fugir na época. O delegado Thiago Berger representou pela prisão preventiva do investigado, que estava foragido desde então.

Após atividades investigativas, policiais do Núcleo de Inteligência da Regional e da Delegacia Municipal de Alta Floresta conseguiram localizar o paradeiro do criminosos, que foi preso e passará por audiência de custódia.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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