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Polícia Civil participa do lançamento do programa de enfretamento ao crime contra mulher

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Parceira no Programa SER Família Mulher, do Governo de Mato Grosso, representantes da Polícia Civil participaram da cerimônia de lançamento, na tarde quarta-feira (09.08), no auditório Cloves Vettorato, no Palácio Paiaguás, em Cuiabá.

A apresentação do benefício para mulheres vítimas de violência doméstica e com medida protetivas prevista na Lei Maria da Penha, reuniu autoridades e servidores estaduais e municipais da Justiça, Segurança, Assistência Social, Saúde, além de personalidades políticas.

O evento foi aberto com o “Encontro Estadual de Enfrentamento da Violência Contra Mulher”, e a primeira palestra ministrada para delegada de polícia do Plantão de Atendimento a Vítimas de Violência Doméstica e Sexual, Jannira Laranjeira.

A delegada abordou o tema “Atendimento Humanizado nas Delegacias da Mulher no Estado de Mato Grosso e o Programa Ser Família Mulher”, destacando a importância dos profissionais de diferentes áreas, capacitados e engajados no atendimento e acolhimento da vítima, assim evitando episódio que pode ser fatal para mulher.

O público assistiu outras duas apresentações, da secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Grasielle Bugalho, e da vice-presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Maria Erotides Kneip.

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Na ocasião, a delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel, participou junto com a primeira-dama de Mato Grosso, Virgínia Mendes, e com o governador Mauro Mendes, da assinatura do Termo de Cooperação Técnica n. 0268/2023, que autoriza o cartão para pagamento do auxílio-moradia no valor de R$ 600.

O Programa SER Família Mulher foi idealizado pela primeira-dama, Virgínia Mendes, e desenvolvido pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania em parceria com outros órgãos da Segurança Pública, Justiça, Assistência Social e Saúde.

A ação social visa proporcionar condições de sobrevivência imediata à mulher vítima de violência doméstica, afastando o agressor e promovendo o espaço da beneficiária com o acesso a oportunidades e recomeço de vida digna na sociedade.
Falando da importância do combate a violência contra mulher, a gestora da Polícia Civil, lembrou da primeira reunião com a desembargadora Maria Erotides Kneip há 17 anos, para conhecer e debater sobre a recente Lei Federal 11.340/2006.
Conforme Daniela Maidel, a figura da delegada Miedir, considerada um ícone, foi pioneira neste trabalho, e hoje se rompeu a barreira do enfrentamento puro e simples proporcionar para as vítimas, uma oportunidade a quebra do ciclo da violência.
“Eu tive a privilégio de acompanhar um dia ao lado da primeira-dama, e presenciar a sua enorme dedicação e envolvimento genuíno na causa de combate a violência doméstica. Agradeço também a oportunidade da Polícia Civil participar e colaborar com esse programa que realmente será o grande diferencial”, finalizou a destacou a delegada-geral.
Estiveram presente no lançamento do “SER Família Mulher”, o delegado-geral adjunto, Rodrigo Bastos da Silva, o diretor de Inteligência, Juliano Silva de Carvalho, e do diretor Metropolitano, Wagner Bassi Júnior.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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