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Polícia Civil participa de palestra com lojistas de Campo Verde

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A Polícia Civil, representada pela Delegacia de Campo Verde, participou da palestra realizada em parceira com a Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania, e a Secretaria Adjunta do Procon Estadual, nesta quarta-feira (14.06).

O encontro social de cunho preventivo, ocorreu no Centro Empresarial de Campo Verde, e reuniu comerciantes, empresários e representantes da classe lojista do município.

Durante o evento, o delegado Philipe Pinho, palestrou sobre como se prevenir de golpes, como não praticar crimes contra o consumo, entres outros temas tratados no Código de Defesa do Consumidor.

Conforme o delegado, o objetivo foi orientar os lojistas sobre os assuntos relacionados aos crimes contra o consumo, além de alertar e prevenir acerca dos mais diversos golpes de estelionato e fraudes eletrônicas.

“Na ocasião também foi pontuado sobre a necessidade e importância de alguns documentos estarem presente na empresa, de fácil acesso ao cliente. Como por exemplo o Código de Defesa do Consumidor, uma vez a a falta de informação pode ser considerada crime”, destacou o delegado de Campo Verde.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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