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Polícia Civil indicia motorista escolar por homicídio culposo em acidente no norte de MT

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A Polícia Civil indiciou o motorista V.D.C.R. pelo crime de por homicídio culposo, quando não há intenção de matar, pelo acidente que resultou na morte do motociclista Jarlos Dellalibera, de 30 anos. O acidente ocorreu no dia 16 setembro deste ano, na MT-322, que liga Peixoto de Azevedo ao Distrito de União do Norte.

Segundo informações de testemunhas, o autor fugiu do local sem prestar socorro à vítima. Imagens captadas mostram o indiciado, conduzindo um veículo GM/Meriva, tenta fazer uma conversão ilegal à esquerda, quando é atingido pela motocicleta que vinha na sua via.

Em seu depoimento, após o acidente, o indiciado disse que se afastou do local, pois “temia ser agredido” e que explicou ao seu patrão o que teria ocorrido.

“A conduta causou consequências gravíssimas. Todavia, a legislação brasileira não permite o decreto de prisão preventiva em homicídio culposo na condição de veículo”, explicou o delegado Geordan Fontenelle.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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