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Alvo de operação do Espírito Santo é preso pela Polícia Civil em Confresa

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A Delegacia da Polícia Civil de Confresa cumpriu na quarta-feira (19) dois mandados judiciais contra um empresário investigado pelo crime de tráfico de drogas no Espírito Santo. Ele é alvo da Operação Deep Cash, da Força-Tarefa de Segurança Pública do estado capixaba.

Durante o cumprimento do mandado de prisão e busca e apreensão, decretados pela 1ª Vara Criminal de Guarapari (ES), foram localizadas uma arma de fogo e munições, além de aparelhos eletrônicos, cheques e anotações na residência do alvo, em Confresa. O investigado foi autuado em flagrante por posse irregular de arma de fogo.

Outros alvos da Operação Deep Cash foram presos no Espírito Santo. O preso na cidade Confresa é apontado nas investigações da FTSP-ES como um dos transportadores da droga e responsável pelos arranjos na ocultação dos entorpecentes, além de providenciar cargas de produtos legalizados no intuito de dissimular a carga ilegal e dificultar qualquer ação fiscalizatória.

A operação foi batizada com o nome de Deep Cash pelo principal alvo ser o responsável por esconder os recursos financeiros provenientes dos crimes cometidos pelo grupo.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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