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Polícia Civil incinera cerca de 200 quilos de entorpecentes em Barra do Garças

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Aproximadamente 200 quilos de entorpecentes, entre maconha e pasta base de cocaína, foram incinerados pela Polícia Civil, nesta sexta-feira (25.11), no município de Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá).

O ato de queima dos 200 quilos de maconha e pasta base de cocaína foi realizado na fornalha de uma empresa operando em altas temperaturas, após autorização judicial representada pela 1ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças.

O carregamento de drogas refere-se as várias ações deflagradas pelas forças de Segurança Pública na região, para desarticular a venda ilícita e prender pessoas envolvidas com o tráfico, bem como resultou na instauração de procedimentos policiais.

Conforme o delegado Adriano Marcos Alencar, foi montado um forte aparato de segurança para o procedimento de incineração, eis que é preciso seguir rigoroso rito previsto em lei.

Além dos policiais civis, estiveram na destruição a Perícia Oficial e Identificação Técnica de que realizou a conferência das drogas periciadas e lacres das embalagens, a Vigilância Sanitária Municipal que atuou na fiscalização e o Corpo de Bombeiro que colaborou na segurança no processo de queimada.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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