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PM lamenta o falecimento do cabo Campos Filho

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É com profundo pesar, que a Polícia Militar de Mato Grosso informa o falecimento do cabo Fabiano Aurélio Silva Campos Filho, de 31 anos, na madrugada desta sexta-feira (11.03), em Cuiabá. O policial estava internado no hospital Amecor, em tratamento do câncer Sarcoma de Ewing.

O policial deu entrada na unidade hospitalar no dia 04 de fevereiro, para tratamento do câncer, que foi descoberto no ano de 2020. O Sarcoma de Ewing é um tumor maligno, que avançou e causou metástase cerebral, levando ao falecimento do policial, nesta sexta-feira (11).  

O cabo Campos Filho ingressou na corporação no ano de 2011, trabalhou no 3º Batalhão da PM e atualmente estava lotado na Assessoria Jurídica, no Comando-Geral da PM. O policial militar era casado e deixa uma filha.

O comandante-geral da PM, coronel Jonildo José de Assis, lamenta a irreparável e dolorosa  perda e transmite as mais sinceras condolências à esposa e à filha do policial militar, que enfrentam esse momento difícil. 

O velório será realizado na Capela Jardins, sala Hortência, localizada na rua Manoel Ferreira de Mendonça, nº 364, bairro Bandeirantes, a partir das 13h. 

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O cortejo fúnebre ocorre a partir das 16h e o enterro, às 17h, no Cemitério Parque Bom Jesus, no bairro Parque Cuiabá.

 
Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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