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Polícia Civil incinera cerca de 12 quilos de drogas em Aripuanã

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Cerca de 12 quilos de entorpecentes, entre maconha e cocaína, foram incinerados pela Polícia Civil, na tarde desta quarta-feira (23.11), no município de Aripuanã (1.002 km a noroeste de Cuiabá)

A destruição da droga ocorreu em uma empresa de madeiras, situada no bairro Setor Industrial de Aripuanã, após pedido de autorização judicial feita pela Delegacia de Polícia e deferida pela Justiça.

Os 10 quilos de maconha e 2 quilos de cocaína foram apreendidos nas ações policiais deflagradas na região, e posteriormente submetidos a exame pericial realizado pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

Além dos policiais civis de Aripuanã, participaram do ato de queima representantes do Ministério Público, Vigilância  Sanitária, comandante da Polícia Militar, imprensa e outros convidados.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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