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Polícia Civil identifica quatro envolvidos em vandalismo em comércios de Tangará da Serra

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Um jovem de 19 anos e três adolescentes envolvidos em ataques de vandalismos ocorridos em estabelecimentos comerciais de Tangará da Serra foram identificados pela Polícia Civil. Os suspeitos, sendo três rapazes de 19, 17 e 15 anos e uma menor, de 17, foram ouvidos na 1ª Delegacia de Polícia de Tangará da Serra, nesta quinta-feira (05.10) e confessaram a autoria dos ataques.

Os trabalhos fazem parte da Operação Força Total, deflagrada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), para identificar e prender os envolvidos em ataques recentes ocorridos no município de Tangará da Serra.

Dois estabelecimentos comerciais, sendo uma loja de caça e pesca e outra de materiais de construção, foram alvos de ataques de vandalismo, ocorridos nas madrugadas de sábado (30.09) e segunda-feira (02.10), ocasião em que os jovens tacaram pedras, quebrando as portas de vidro. Nenhum produto foi furtado, indicando se tratar de caso de vandalismo.

Após serem identificados pela Polícia Civil, os suspeitos foram conduzidos à Delegacia de Tangará da Serra para prestar esclarecimentos e que confessaram a autoria dos ataques, alegando que se tratava apenas de uma “brincadeira”, motivada pelos demais ataques ocorridos recentemente no município. Os jovens chegaram a dizer que pretendiam praticar mais danos em outros estabelecimentos da cidade.

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Diante dos fatos, o maior de idade responderá em inquérito policial pelos crimes de dano qualificado, associação criminosa e corrupção de menores. Os menores responderão pelo ato infracional de dano qualificado e associação criminosa.

O delegado responsável pelas investigações, Gustavo Espíndula de Souza, frisou que a Polícia Civil e demais equipes das Forças de Segurança estão empenhadas em prevenir e combater a onda de ataques no município. “Os trabalhos serão intensificados para que todos os envolvidos sejam responsabilizados e novos ataques sejam evitados”, disse o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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