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Polícia Civil faz buscas em empresa que loca contêineres e conduz quatro pessoas

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) realizou na terça-feira (06.06), buscas em três contêineres de uma empresa, no bairro Pico do Amor, em Cuiabá.

A fiscalização foi realizada pelos policiais civis para averiguar denúncia sobre suposto armazenamento de cigarros eletrônicos no local.

No endereço não foram encontrados cigarros eletrônicos, mas foram localizadas caixas de fumo para narguilé com suspeita de terem sido importadas de forma ilegal.

Por ser produto derivado de tabaco e com indícios de contrabando, os quatro funcionários foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal, ouvidos e liberados.

O delegado da Decon, Rogério Ferreira, explica que o comércio de cigarros eletrônicos, produto muito procurado por jovens em festa e baladas, é proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A agência reguladora proibiu a importação, comercialização e o anúncio de cigarros eletrônicos no Brasil por causa dos riscos que o produto representa para a saúde humana.

“O armazenamento, a exposição à venda ou a comercialização de cigarros eletrônicos é crime contra as relações de consumo por ser considerado produto impróprio para o consumo, com pena de prisão que pode chegar a 5 anos e multa”, destacou o delegado.

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Denúncias sobre empresas e pessoas que estiverem armazenando ou comercializando cigarros eletrônicos podem ser feitas pelo disque 197, ou através do registro de boletim de ocorrência em qualquer unidade policial, pela Delegacia Virtual ou pessoalmente na Decon (Avenida Governador Dante Martins de Oliveira, s/nº, bairro Planalto).

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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