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Polícia Civil fala sobre violência doméstica no 1º Encontro de Mulheres Negras em Vila Bela

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A Polícia Civil, por meio do Plantão de Atendimento a Vítimas de Violência Doméstica e Sexual de Cuiabá, participou nesta terça-feira (26.07), do 1º Encontro Regional de Mulheres Negras, promovido pela Secretaria de Promoção da Igualdade Racial do município de Vila Bela da Santíssima Trindade (521 km a oeste de Cuiabá).

O evento faz alusão ao Dia de Tereza de Benguela, Rainha Negra, e da mulher negra, comemorado na data de 25 de julho.

O encontro foi realizado na segunda e terça-feira (25 e 26.07) na Escola Municipal Ricardo Franco, em Vila Bela, com objetivo de debater assuntos referentes ao cenário da mulher negra no país, apresentação de dados estatísticos, entre outros temas como violência doméstica, desafios da atualidade, autoestima, saúde e maternidade.

A delegada, Jannira Laranjeira Siqueira Campos, coordenadora do Plantão de Atendimento a Vítimas de Violência Doméstica de Cuiabá, foi uma das palestrantes do evento, abordando o tema violência doméstica contra mulheres negras.

Durante a conversa com as mulheres presentes, a delegada falou sobre o histórico da violência doméstica no Brasil e também explicou que apesar dos índices terem mostrado redução nos casos de violência doméstica, tanto de lesão corporal, quanto de estupro e feminicídio, a realidade é diferente para as mulheres negras, cujas estatísticas demonstram o aumento de registros.

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Para a delegada, a participação no evento foi muito proveitosa, uma vez que foi a oportunidade de ouvir outras mulheres que também estão à frente dos movimentos de defesa da mulher negra. “Nós da Polícia Civil precisamos ter esse olhar sensível para esse grupo de mulheres, com uma programação de acolhida diferenciada para as mulheres negras”, destacou.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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