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Polícia Civil prende professor por estupro de vulnerável e assédio sexual contra estudante em Sorriso

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Um professor de Sorriso foi preso em flagrante pela Polícia Civil, na tarde de quinta-feira (14.09) pelos crimes de estupro de vulnerável e assédio sexual cometidos contra uma estudante, dentro da sala de aula de uma escola do município.

A Delegacia de Sorriso recebeu dois registros que narram o comportamento criminoso do professor, de 54 anos, ocorrido em uma escola no Jardim das Acácias, contra uma adolescente de 12 anos. A denúncia foi encaminhada pela Secretaria de Educação do município informando a violência sexual praticada contra a estudante.

Durante apresentação de um trabalho na aula de geografia, o professor pediu que a aluna se dirigisse até a lousa interativa para uma atividade e, nesse momento, ele passou a mão no corpo da vítima. Posteriormente, outras estudantes da turma mencionaram o professor teria feito imagem do corpo da aluna.

Após o registro do fato, a equipe do Núcleo de Atendimento à mulher, criança, adolescente e idoso da delegacia fez diligências para localizar o professor, que foi preso dentro da Secretaria de Educação do município, no final da tarde de quinta-feira.

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A estudante foi ouvida em escuta especializada com uma psicóloga, com anuência da mãe, e relatou a situação ocorrida na escola. Ela citou ainda outros episódios de assédio sexual por parte do suspeito, com toques inapropriados, aliciamento verbal e olhares lascivos.

Durante interrogatório, o professor negou os fatos e disse que a denúncia é um ‘complô’ das estudantes por não terem sido bem avaliadas por ele.

Diante dos elementos colhidos, a delegada Jéssica Assis autuou o suspeito em flagrante pelos crimes de assédio sexual e estupro de vulnerável. “Está configurado o dolo específico de satisfazer a lascívia própria e o ato libidinoso com menor de 14 anos configura o crime de estupro de vulnerável, independentemente da superficialidade da conduta”, explicou a delegada.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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