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Polícia Civil deflagrada Operação Prato Feito para cumprimento de mandados judicias

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Quatro mandados judiciais foram cumpridos na Operação Prato Feito, deflagrada pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), nesta terça-feira (15.08), na Capital.

Foram cumpridos um mandado de prisão preventiva e três de busca e apreensão, contra o suspeito que entregou duas marmitas no Centro de Ressocialização de Cuiabá, contendo drogas e sete aparelhos celulares.

As ordens judiciais foram expedidas pelo juízo do Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo) da Comarca de Cuiabá.

A investigação da DRE iniciou após localização da droga no CRC, na noite do dia 10 de outubro de 2022, ocasião em que a equipe da Polícia Penal localizou duas marmitas sobre um banco na parte externa da unidade prisional.

Dentro das marmitas haviam cerca de 500 gramas de maconha e sete aparelhos celulares. Inicialmente apurou-se que o suspeito deixou as marmitas no local seria um indivíduo com tornozeleira eletrônica.

Foram analisadas imagens captadas por câmeras de segurança, resultando na representação de medida cautelar, e confirmando que o responsável por deixar as marmitas no banco, chegou em um veículo prata, vestindo roupa compatível com os reeducandos prestadores de serviços.

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Dando continuidade nas diligências foi possível identificar o indivíduo, o qual responde por tráfico de drogas, tendo sido preso em flagrante e colocado em liberdade, bem como foi mapeado os locais que o mesmo frequentou.

Diante da prisão preventiva decretada, o investigado foi preso nesta terça-feira (15). Ele foi conduzido até a DRE para as providências cabíveis, e posteriormente apresentado para audiência de custódia.

Nos locais alvos das buscas os policiais civis não foram localizados entorpecentes e aparelhos eletrônicos. As investigações continuam visando identificar outros possíveis envolvidos neste crime.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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