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Polícia Civil deflagra segunda fase de operação contra servidores de prefeitura investigados por desvios de R$ 6 milhões

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de São Félix do Araguaia (a 1.020 km de Cuiabá) e com apoio do Ministério Público Estadual, deflagrou, nesta sexta-feira (21.3), a Operação Improbos II na investigação que apura um suposto esquema criminoso envolvendo servidores públicos da Prefeitura de São Félix do Araguaia.

As investigações apontaram que, já na primeira fase da operação, deflagrada em outubro de 2024, haviam movimentações ilícitas que ultrapassam R$ 6 milhões em desvios de recursos públicos.

O delegado responsável pela operação, Ivan Albuquerque, representou pelas medidas judiciais de sequestro de bens móveis e imóveis, bloqueio de contas bancárias, mandados de busca e apreensão e afastamento de sigilos bancários e telefônicos, que foram acolhidas pelo Poder Judiciário da Comarca.

Parte significativa desses valores teria sido utilizada na aquisição de propriedades rurais, imóveis urbanos, veículos de luxo e outros bens, todos registrados em nome de terceiros, com o intuito de ocultar a origem ilícita do patrimônio.

Ao todo, os bens sequestrados até o momento somam aproximadamente R$ 4 milhões, incluindo imóveis localizados em área urbana de São Félix do Araguaia, uma propriedade rural com valor expressivo, veículos utilitários e de passeio de alto padrão e contas bancárias pessoais e empresariais.

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As ações autorizadas pelo Judiciário tiveram como base provas colhidas durante a investigação, como quebras de sigilos bancário e fiscal, relatórios financeiros e indícios da utilização de empresas de fachada para movimentação dos valores desviados.

Foram cumpridos 4 mandados de busca e apreensão em São Félix do Araguaia, um em Confresa e um em Barra do Garças. Para o delegado Ivan Albuquerque, a decisão representa um avanço significativo.

“A recuperação de bens que foram comprados com valores da corrupção afronta o município de São Félix do Araguaia. Esse é um passo importante para garantir que o patrimônio público seja resguardado e os responsáveis sejam devidamente responsabilizados”, afirmou.

A operação segue em curso. Coordenada pela Delegacia de Polícia Civil de São Félix do Araguaia e pelo Ministério Público, a ação tem como objetivo a recuperação dos valores desviados e a responsabilização criminal dos envolvidos no esquema.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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