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Polícia Civil cumpre prisão em desfavor de servidor por desvios de conduta

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A Corregedoria-Geral da Polícia Civil de Mato Grosso, deflagrou na quarta-feira (08.03), a operação “Mãos Limpas”, para cumprimento de um mandado de prisão preventiva, decretado em desfavor de um investigador de polícia.

O policial civil, lotado na 1ª Delegacia de Várzea Grande, é suspeito de cometer os crimes de exercício ilegal de profissão; apropriar-se ou desviar bens de pessoa idosa; induzir pessoa idosa a outorgar procuração; ameaça e apropriação indébita.

Conforme apurado, o servidor vinha atuando como advogado (exercício ilegal de profissão, uma vez que é policial civil), bem como praticava outros crimes contra diversas vítimas, em especial, pessoas idosas que estariam se aposentando na condição de trabalhador rural.

Diante dos fatos a Corregedoria-Geral da Polícia Civil instruiu os autos e fez novas diligências, colhendo então materialidade e elementos que resultaram na representação do pedido de prisão preventiva e busca e apreensão.

Além do inquérito policial para apurar a conduta na esfera criminal, o investigador também responderá procedimento no âmbito administrativo.

Após ser detido em cumprimento à ordem de prisão preventiva, ele foi conduzido até a Gerência Estadual de Polinter e Capturas, em Cuiabá, para as medidas cabíveis.

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De acordo com o Corregedoria-Geral da Polícia Civil, nesse sentido, as ações da unidade reforçam o caráter republicano da instituição, vindo a tomar providências com a finalidade de investigar e responsabilizar seus integrantes quando ocorrem desvios de condutas.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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