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Polícia Civil cumpre mandados de prisão de irmãos envolvidos em homicídio de pedreiro em Juína

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Juína, cumpriu o mandado de prisão contra dois irmãos identificados como autores de um crime de homicídio, ocorrido no final do mês de abril no município. Os suspeitos de 18 e 23 anos tiveram as ordens de prisão decretadas pela Justiça pelo homicídio que vitimou o pedreiro, Josimar costa de Souza, de 33 anos.

O crime ocorreu no dia 24 de abril, após uma discussão em um bar no bairro Palmiteira, a vítima foi atingida por diversos golpes de canivete. Na ocasião, a vítima chegou a ser socorrida e ficou oito dias internado na UTI do hospital do município, porém não resistiu aos ferimentos e morreu no dia 1º de maio.

Imediatamente após os fatos, os investigadores da Delegacia de Juína iniciaram as diligências e após análise das câmeras de vigilância e oitiva de testemunhas foi possível identificar os irmãos como autores do crime.

Com base nas investigações, o delegado Ronaldo Binoti Filho representou pela prisão dos suspeitos que foi deferida pela Justiça. Durante as diligências, os policiais da Delegacia de Juína conseguiram localizar os irmãos em uma área de chácara, onde o pai deles vivia.

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Um dos suspeitos teve o mandado de prisão cumprido na sexta-feira (08), enquanto o outro conseguiu fugir para uma região de mata, porém posteriormente se apresentou na delegacia, na manhã de sábado, ocasião em que teve a ordem judicial cumprida.

Após as prisões os suspeitos foram interrogados e o irmão mais velho confessou o crime. A prisão dos irmãos foi comunicada ao judiciário, e os detidos passaram por audiência de custódia, sendo posteriormente encaminhados ao Centro de Detenção Provisória.

Fonte: PJC MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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