POLÍCIA
Polícia Civil consegue bloqueio de quase R$ 5 mil subtraídos de vítima de golpe em Sinop
POLÍCIA
Aproximadamente R$ 5 mil subtraídos de uma única vítima por meio de golpe do falso perfil do whatsapp foram recuperados pela Polícia Civil, em ação conjunta da Delegacia de Sinop e Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Sinop.
Segundo informações, a vítima fez transferências via Pix, após uma pessoa, se passando por seu filho, solicitar os valores pelo aplicativo de mensagens whatsapp. Juntos, os valores transferidos totalizavam aproximadamente R$ 5 mil. Somente após a transferências, a vítima percebeu que havia caído em um golpe e procurou a Polícia.
Após a troca de informações entre a Delegacia de Sinop e a DRCI, as equipes policiais conseguiram o bloqueio total dos valores transferidos para as contas bancárias. Os trabalhos contaram com apoio do sistema antifraude do Recarga Pay.
As investigações seguem em andamento para identificar os envolvidos no crime.
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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