POLÍCIA
PMMT realiza aula inaugural do 1º Curso de Juiz Militar em Cuiabá
POLÍCIA
A Polícia Militar de Mato Grosso deu início ao 1º Curso de Juiz Militar, na manhã desta segunda-feira (17.10), em Cuiabá. A formação dos alunos é voltada para aprender sobre o Direito Militar e demais aperfeiçoamentos jurídicos da área. A aula inaugural ocorreu no auditório Mangabeira, da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT).
O comandante-geral da PMMT, coronel Alexandre Corrêa Mendes, discursou sobre a relevância do curso para a formação dos policiais militares e elogiou a parceria com o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).
”Neste curso iremos discutir leis que estão previstas, mas que muitas vezes são interpretadas de maneiras diferentes. Parabéns ao Tribunal de Justiça por permitir que possamos, em conjunto, debater e aprender sobre um tema tão importante na atualidade”, afirmou.
O corregedor-adjunto da PMMT e coordenador do curso, tenente-coronel Sizano, explicou que o curso irá apresentar as leis e regulamentos próprios, diferentes da realidade de fora dos quartéis. “Os juízes militares devem conhecer as minúcias operacionais que seus subordinados se envolvem e esclarecê-las nos autos, no atendimento às ocorrências policiais no diuturno policiamento preventivo e ostensivo realizado em prol da sociedade”, completou.
Para a vice-diretora da Esmagis-MT, desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos, o curso é uma oportunidade para os magistrados conhecerem o cotidiano da Polícia Militar. “A formação de Juiz Militar é de interesse de ambas as partes, não só para aprender, mas para aproximar as instituições do judiciário da segurança pública”, finalizou.
A aula inaugural do curso foi com o palestrante Ronaldo João Roth, Juiz de Direito da 1ª Auditoria da Justiça Militar do Estado de São Paulo. Ronaldo Roth é capitão da reserva da Polícia Militar de São Paulo, coordenador e professor do curso de pós-graduação de direito militar na Escola Paulista de Direito (EPD).
(Texto sob supervisão de Hallef Oliveira)
Fonte: PM MT
POLÍCIA
Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil
A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.
A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.
De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.
Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.
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