POLÍCIA
PM prende homem que agrediu esposa e familiares e apreende duas espingardas em Canarana
POLÍCIA
Um homem, de 44 anos, foi preso pela Polícia Militar pelos crimes de lesão corporal, ameaça e porte ilegal de arma, motivados por violência doméstica, no final da noite desta segunda-feira (15.6), em Canarana. O suspeito foi detido em flagrante após agredir e ameaçar sua esposa e familiares. Duas armas de fogo foram apreendidas.
A equipe da 5ª Companhia Independente foi acionada via 190 por uma jovem que denunciou que sua mãe e seus irmãos estavam sendo agredidos pelo seu padrasto e que ela também teria sido agredida ao tentar ajudar. Os policiais foram ao endereço e encontraram todas as vítimas na frente de uma casa.
Em relato, a denunciante afirmou que reside no mesmo lote em que a sua mãe e que teria sido chamada pelos seus irmãos, que flagraram o suspeito agredindo a vítima. Ela também disse que, ao chegar na casa e tentar retirar a mãe das mãos do homem, também foi alvo de ataques do agressor.
Já a vítima, relatou que o marido teria ido ao mercado e retornou para casa embriagado. Em seguida, iniciaram uma discussão, momento em que ela foi agredida com socos e puxões de cabelo, além de ser enforcada pelo suspeito.
Os familiares também afirmaram terem sofrido ameaças do homem e que temiam pela vida, pois sabiam que o suspeito tem armas de fogo guardadas na casa.
Os militares entraram no imóvel e abordaram o homem, que apresentou resistência e precisou ser algemado. Nas buscas pela casa, os policiais localizaram duas espingardas e cinco cartuchos de munições.
Diante da situação, o suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e entregue à Polícia Judiciária Civil para demais providências.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
POLÍCIA
Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil
A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.
A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.
De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.
Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.
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