POLÍCIA
PM prende homem após agredir esposa e se trancar com filho recém-nascido em quarto
POLÍCIA
Policiais militares do 19º Batalhão prenderam um homem, de 41 anos, pelos crimes de ameaça, maus-tratos e cárcere privado, na madrugada deste domingo (25.1), em Tangará da Serra. O suspeito foi detido em flagrante após um episódio de violência doméstica. Ele ameaçou a esposa e se trancou em um quarto com seu filho, de 21 dias de vida.
A PM foi acionada pela irmã da vítima, que denunciou que a mulher, de 31 anos, estava sendo agredida fisicamente pelo marido e gritando por socorro, no bairro Jardim Santa Lúcia. De acordo com a testemunha, o suspeito estaria embriagado e seria reincidente nesse tipo de crime.
Os policiais seguiram ao endereço informado e encontraram a vítima bastante nervosa e chorando. Para a equipe, a mulher confirmou que o homem chegou bêbado e começou a quebrar os móveis da casa, causando pânico nela e em seus dois filhos.
A vítima disse que, por saber do histórico de agressões do marido, se escondeu em um quarto da casa com os filhos. Nesse momento, o suspeito invadiu o local e pegou o bebê, de 21 dias de idade, fugindo para outro cômodo, onde permaneceu trancado.
Os militares fizeram buscas por toda a residência e identificaram onde o suspeito estava escondido, após ouvirem o choro do bebê. Os policiais tentaram abordar o homem, que estava bastante nervoso e resistindo à prisão. Após alguns momentos, a PM conseguiu retirar o bebê dos braços do agressor e deteve o homem, que foi algemado.
No momento da prisão, o suspeito desacatou os policiais e proferiu xingamentos contra a vítima. Ele foi conduzido à delegacia de Tangará da Serra para o registro da ocorrência e entregue à Polícia Judiciária Civil para as demais providências.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: PM MT – MT
POLÍCIA
Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil
A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.
A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.
De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.
Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.
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