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PM interdita festa promovida por organização criminosa em Campo Verde

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Policiais militares encerraram uma festa irregular com mais de 100 pessoas, que seria patrocinada por integrantes de uma organização criminosa, na noite de sábado (09.04), na zona rural de Campo Verde.

De acordo com os policiais, após receberem informações sobre a realização de um evento patrocinado por faccionados, chamado de “Festa da Revoada”, as equipes da Polícia Militar realizaram uma operação em um balneário no Distrito de Capim Branco, zona rural da cidade. 

A PM localizou a suposta festa com apoio de fiscais da Prefeitura, Força Tática do 11º Comando Regional e da 8ª Companhia Independente de Polícia Militar de Campo Verde.

No local foram abordadas mais de 100 pessoas, sendo realizadas apreensão de veículos irregulares, aparelhos de som que estava com volume acima do permitido, e de 29 porções de cocaína. Também foram realizadas prisões por conduzir veículo sob efeito de álcool. 

A festa foi interditada e os participantes do evento foram dispersados devido às irregularidades do evento. 

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Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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