POLÍCIA
Padrasto que abusou sexualmente e ameaçou criança de nove anos é preso pela Polícia Civil em Aripuanã
POLÍCIA
A Polícia Civil prendeu nesta semana, em Aripuanã, na região noroeste do estado, um homem de 35 anos que vinha abusando sexualmente da enteada, uma criança de nove anos.
A Delegacia de Aripuanã recebeu denúncia do Conselho Tutelar do município de que a criança vinha sofrendo os abusos há mais de um ano.
Além de cometer o estupro, o suspeito também ameaçava a criança de morte caso ela contasse a alguém, antes e após cometer os atos criminosos. Ele aproveitava que a mãe da menor saía de casa para trabalhar e cometia os abusos.
A menor foi ouvida em escuta especializada e contou como o padrasto cometia os abusos. Ela se mostrou bastante abalada psicologicamente. A criança passou por exame de corpo de delito que comprovou o crime sexual.
O delegado Flávio Leonardo Santana destacou que as diligências realizadas constataram o crime e o suspeito fazia pressão psicológica contra a vítima, dizendo que mataria ela e toda a família. Na segunda-feira, a equipe policial prendeu o suspeito
“As ameaças tinham um caráter permanente, tanto é que quando a criança soube da prisão começou a chorar e disse que agora o sofrimento dela iria acabar”, comentou o delegado, que autuou o suspeito em flagrante e representou pela prisão preventiva, deferida pela juíza da Comarca de Aripuanã.
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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