POLÍCIA
Padrasto que abusava sexualmente de enteada há 10 anos é preso pela Polícia Civil em Tangará da Serra
POLÍCIA
Um homem suspeito de abusar sexualmente de sua enteada há mais de dez anos teve o mandado de prisão preventiva cumprido pela Polícia Civil, na segunda-feira (21.06), em ação da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Tangará da Serra (239 km a Médio-Norte de Cuiabá).
O suspeito, de 51 anos, é casado há 10 anos com a mãe da vítima (atualmente com 15 anos) e começou a abusar da enteada quando ela tinha apenas 5 anos de idade.
As investigações iniciaram que levaram a prisão do suspeito iniciaram no final do mês de maio, quando a vítima assistiu uma palestra sobre violência sexual na escola e decidiu contar sobre os abusos para sua mãe, que imediatamente procurou à Polícia.
Para continuar praticando os abusos ao longo dos anos, o suspeito ameaçava a vítima, dizendo que se ela contasse para alguém mataria a sua mãe e o seu pai. Diante dos fatos, o delegado da DEDM de Tangará da Serra, Gustavo Espindula de Souza, representou pela prisão preventiva do suspeito, que foi deferida pela Justiça.
O mandado de prisão foi cumprido pelos policiais da Delegacia da Mulher de Tangará da Serra no final da tarde de segunda-feira (21), sendo o suspeito posteriormente colocado à disposição da Jusitça.
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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