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Terceira fase de operação prende investigados por associação criminosa e esbulho possessório no norte de MT

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A terceira fase da Operação Terra Sem Lei, realizada pela Polícia Civil no norte de Mato Grosso, nesta quinta-feira (06.10), cumpriu mandados judiciais de prisão e de busca e apreensão nos municípios de Feliz Natal e Vera. O cumprimento das buscas resultou também na prisão em flagrante de duas pessoas por associação criminosa e esbulho possessório.

Um homem de 49 anos foi alvo de um mandado de prisão preventiva no município de Vera. Já as ordens de busca e apreensão tiveram como alvo um homem de 29 anos, também em Vera, e uma mulher de 60 anos, na cidade de Feliz Natal. Durante as buscas, os policiais civis encontraram diversos documentos de falsificados com a logomarca do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra-MT), visando legitimar a ação dos criminosos, que resultaram nas prisões em flagrante.

A investigação em andamento pela Delegacia de Polícia de Feliz Natal apura há, aproximadamente, seis meses, diversos crimes ocorridos na região, e comprovou a prática dos delitos de associação criminosa, esbulho possessório, porte e posse ilegal de arma de fogo, falsificação de documento público e uso de documento falso.

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Desde o início da investigação, foram apreendidas diversas armas de fogo e documentos falsos, além do cumprimento de cinco prisões preventivas e quatro mandados de buscas.

A operação contou com efetivo policial das Delegacia de Feliz Natal e apoio da Delegacia Regional, 1ª Delegacia e Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Sinop.

Prisão por estupro

Durante a operação desta quinta-feira, os policiais civis também deram cumprimento a um mandado de prisão preventiva de um homem de 41 anos, investigado pelo estupro de vulnerável contra sua enteada, de cinco anos.

Após a denúncia sobre o fato, exame pericial na vítima comprovou a conjunção. O delegado de Feliz Natal representou pela prisão preventiva do investigado.

Os presos na operação Terra Sem Lei foram encaminhados às respectivas unidades prisionais, onde aguardarão outras determinações judiciais.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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