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Padrasto é preso em flagrante pela Polícia Civil por suspeita de agressão contra bebê de quatro meses

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Um rapaz de 23 anos foi preso em flagrante pela Polícia Civil, na noite deste domingo (22), em Confresa, no nordeste do estado, por lesão corporal dolosa cometida contra uma criança de apenas quatro meses. A vítima é enteada do suspeito.

A equipe da Delegacia de Confresa prendeu o suspeito no hospital, onde ele acompanhava a mãe da vítima, que levou a criança para atendimento após ela apresentar vômito e não reagir a estímulos.

A criança deu entrada na unidade de saúde na madrugada de domingo, com hematomas visíveis e a equipe acionou a Polícia Militar e o Conselho Tutelar e encaminhou a ocorrência para atendimento da Polícia Civil. Um laudo da equipe médica apontou lesões que são, possivelmente, causadas por agressões.

Em depoimento ao delegado Higo Rafael Oliveira, a mãe da criança declarou que deixou a bebê com o padrasto no sábado, quando saiu para trabalhar. Ainda pela manhã do sábado, o padrasto ligou para a esposa e disse que a criança havia engasgado. Ao chegar em casa, ela encontrou a filha molinha e com a respiração bem curta, tentou fazer a manobra de desengasgo, a bebê chorou um pouco e parou. Depois, ao amamentar, a bebê vomitou. Ainda segundo a mãe, ela percebeu que o rosto da criança tinha uma mancha roxa e perguntou ao padrasto, mas ele não respondeu que não sabia.

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Depois, ela detalhou que colocou a filha para dormir, mas estranhou que a criança dormiu além do horário habitual e quando a pegou no colo, viu que não estava bem e disse que a levaria para o hospital. O padrasto respondeu que seria melhor levar a um pediatra e não na unidade de saúde. No hospital, a equipe fez testes e a criança não apresentou nenhuma reação e na manhã de domingo, ela não acordou. A mãe afirmou ainda em depoimento que ao sair do hospital com o marido, ele pediu que ela falasse que a criança tinha escorregado do colo dela.

Em interrogatório na delegacia, o suspeito apresentou várias versões, inclusive, a de que a criança havia caído dos braços da mãe. “Em razão disso e da omissão dele, omitindo, inclusive, da mãe que a criança tinha se lesionado, ele foi autuado em flagrante pelo crime de lesão corporal dolosa por omissão relevante”, explicou o delegado Higo Rafael.

A criança está em estado grave, no hospital regional de Confresa, aguardando uma vaga em UTI pediátrica.

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A investigação segue para apurar todas as informações e ouvir outras pessoas. 

Fonte: PJC MT

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Polícia Civil prende condenado a 20 anos por estupro de vulnerável em Juara

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A Polícia Civil cumpriu, nesta segunda-feira (01.6), um mandado de prisão decorrente de condenação criminal transitada em julgado contra um homem, de 47 anos, condenado pelos crimes de estupro de vulnerável e estupro, no município de Juara.

A ação integra as atividades da Operação Caminhos Seguros, coordenada nacionalmente com foco na prevenção e repressão à violência praticada contra crianças e adolescentes.

O mandado foi cumprido por policiais civis da Delegacia de Polícia de Juara. O preso é condenado à pena de 20 anos de reclusão em regime fechado, conforme decisão da 3ª Vara Criminal da Comarca de Juara.

O crime ocorreu em uma aldeia indígena em Juara, no ano de 2019. A vítima era enteada do suspeito.

Nesta segunda-feira (01), após diligências, os policiais civis deram cumprimento à ordem judicial no Centro de Juara. O preso está à disposição do Poder Judiciário para audiência de custódia e posterior encaminhamento ao sistema prisional para início do cumprimento da pena.

Segundo o delegado Geremias Ferreira de Oliveira, a prisão representa mais uma ação voltada à proteção da infância e da adolescência.

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“O cumprimento de mandados decorrentes de condenações definitivas garante a efetividade das decisões judiciais e reforça o compromisso da Polícia Civil no enfrentamento aos crimes sexuais praticados contra crianças e adolescentes. A Operação Caminhos Seguros demonstra a atuação integrada das instituições na proteção dos mais vulneráveis”, destacou o Delegado.



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