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Apreensão de Drogas em Fiscalização na BR 364, km 387, Cuiabá

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Em uma operação de fiscalização, uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) abordou um ônibus na BR 364, km 387, em Cuiabá, por volta das 15:00h.

Durante a verificação dos passageiros, dois deles chamaram a atenção ao fornecerem informações contraditórias sobre sua viagem. Com o auxílio de cães farejadores, a PRF encontrou algumas garrafas térmicas na bagagem desses dois passageiros. Ao abrir-las, foram localizados aproximadamente 4,5 kg de cocaína. Os infratores confessaram que uma mulher em Santa Cruz de La Sierra os instruiu a transportar a droga até Campinas.

Diante disso, ambos foram presos e conduzidos à Polícia Judiciária de Mato Grosso para as devidas providências legais.

Essa ação destaca o comprometimento da Polícia Rodoviária Federal na prevenção ao tráfico de drogas.

Fonte: PRF – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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