POLÍCIA
Operação “Ouro Viciado”: Forças Unidas Contra o Crime Ambiental
POLÍCIA
No último domingo, a Polícia Rodoviária Federal, em colaboração com a Polícia Federal, Exército Brasileiro, FUNAI, Força Nacional, Gefron/MT e Ciopaer/MT, participou da impactante Operação “Ouro Viciado” em Pontes e Lacerda, Mato Grosso.
Durante três dias intensos, equipes realizaram barreiras e incursões nas áreas ocupadas pelo garimpo ilegal.
O resultado foi impressionante: mais de 12 milhões de reais em equipamentos destruídos, incluindo 22 pás-carregadeiras, 39 motores estacionários, 2 bombas d’água, 1 gerador e 2 britadeiras retirados de circulação.
A operação contou com apoio aéreo da PRF, por meio de uma aeronave e três Policiais Rodoviários Federais do Núcleo de Operações Aéreas do MS (NOA-MS) e também do Ciopaer e , além de embarcações para acessar áreas remotas.
Agora, as investigações concentram-se em desmantelar os financiadores por trás desse crime ambiental, protegendo os recursos naturais e as comunidades locais.
A Operação “Ouro Viciado” busca interromper o financiamento da degradação ambiental e seus impactos devastadores. Uma demonstração poderosa de cooperação e compromisso pela segurança e sustentabilidade em nossa nação.
O futuro da Terra Indígena Sararé está sendo reconstruído com respeito e sustentabilidade.
Por um amanhã seguro e sustentável. Juntos, fazemos a diferença.
Fonte: PRF – MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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