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Operação Cavalo de Aço – Fase III: Resulta no recolhimento de 26 motocicletas irregulares em Rondonópolis/MT

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Na manhã do dia 29 de janeiro, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Militar de Mato Grosso (Força Tática) realizaram a terceira fase da Operação Cavalo de Aço, voltada à fiscalização de motocicletas que circulam nas BRs 364 e 163.

Durante a ação, 148 veículos foram fiscalizados, resultando na emissão de 167 autos de infração. Além disso, foram realizados 93 testes de alcoolemia e 26 motocicletas foram recolhidas por apresentarem irregularidades.

A operação reforça o compromisso das forças de segurança na promoção de um trânsito mais seguro. A regularização da documentação, o respeito às leis de trânsito e a condução responsável são fundamentais para prevenir acidentes e preservar vidas.

Fonte: PRF – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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