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Jovem é preso pela Polícia Civil após replicar mensagens falsas e provocar pânico em comunidade escolar

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A Polícia Civil identificou em Barra do Garças, no leste do estado, o autor de mensagens de ameaças contra escolas da cidade. Um jovem de 18 anos foi localizado e preso, nesta sexta-feira (14.04).

O encaminhamento foi realizado pela equipe gestora de uma instituição de ensino. Um estudante foi vítima de uma notícia falsa falando que ele iria provocar atentados contra uma escola.

Após investigação da 1ª Delegacia, com apoio do Núcleo de Inteligência da Regional de Barra do Garças, foi possível identificar que o mesmo perfil de rede social, também, havia realizado postagem falsa contra outra escola de Barra do Barças.

Após diligência foi possível identificar o responsável pelo referido perfil, que foi localizado e preso para responder criminalmente pelo ato praticado.

O autor alegaou que apenas repostava informações repassadas por terceiros, mesmo sabendo que se tratava de fatos inverídicos e achava que não seria identificado por usar perfil falso na rede social.

O preso tem 18 anos de idade, não é estudante e as investigações continuam para a identificação das pessoas que pediram para que fossem repostadas informações falsas, pois tal conduta também é tipificada como crime.

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A Polícia Civil esclarece que as redes sociais são regidas por leis e procedimentos próprios, não havendo anonimato no seu uso. E, alerta que criar ou espalhar falsos boatos não é brincadeira, trata-se de crime e os seus autores serão identificados e presos.

Escola Segura

A ação investigativa faz parte da Operação Escola Segura, desencadeada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), em parceria com as Polícias Civis dos estados. A mobilização inclui ações preventivas e repressivas contra ataques a escolas em todo o país.

A Polícia Civil tem atuado de imediato para reprimir as condutas criminosas e pessoas podem ser presas ou apreendidas em qualquer momento. As ações investigativas estão sendo executadas com foco na repressão às divulgações de ameaças em redes sociais envolvendo escolas de Mato Grosso, lembrando que a internet não é terra sem lei e quem age desta forma será identificado e devidamente responsabilizado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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