POLÍCIA
Investimentos na Polícia Militar de Mato Grosso são tema de novo episódio de podcast
POLÍCIA
O investimento histórico de mais de R$ 250 milhões em armamentos, fardamentos, viaturas e infraestrutura da Polícia Militar resultaram em avanços significativos na Segurança Pública do Estado de Mato Grosso. O assunto foi abordado no episódio desta terça-feira (27.12) do podcast MT Conectado, que recebeu o comandante-geral da corporação, coronel Alexandre Mendes.
“A valorização do profissional também reflete na qualidade do serviço que entregamos para a população. O governo Mauro Mendes é uma gestão que paga em dia, acredita no potencial dos seus servidores e investe de forma pesada na segurança pública. Já são R$ 100 milhões aplicados em reformas e ampliações de batalhões, vilas militares e núcleos policiais. Somos um estado progressor e essa cara nova no comando geral repercute positivamente no desempenho do efetivo”, afirmou o coronel.
No episódio, o comandante destacou as expectativas do Estado em alcançar a referência do trabalho da cavalaria no Brasil. “Estamos instalados em Cuiabá e Nova Mutum, já somos cavalaria de ponta e, com a implantação de uma nova unidade em Lucas do Rio Verde, estamos começando a ver os frutos do nosso esforço”, diz.
O coronel também ressaltou o número expressivo em atendimentos diários da PMMT, comentou sobre o trabalho de prevenção da patrulha rural e exaltou o trabalho das policiais femininas que desempenham funções de alta envergadura nas equipes.
Para conferir o 9º episódio do programa, na íntegra, acesse os canais do Governo de Mato Grosso no Spotify e Youtube.
Fonte: PM MT
POLÍCIA
Polícia Civil MT cumpre mandados contra investigados por furtar uma fazenda em Confresa
A Polícia Civil de Mato Grosso, deflagrou nesta terça-feira (30.6), a Operação Partilha, para cumprimento de nove mandados judiciais para esclarecer um furto qualificado ocorrido em uma fazenda no município de Confresa.
A investigação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Confresa, apura o crime que resultou na subtração de R$ 350 mil em dinheiro, cinco armas de fogo, joias, entre outros objetos.
As ordens judiciais foram decretadas pela Justiça em desfavor de três suspeitos envolvidos no crime. Sendo cumpridas em Confresa, Sinop, Peixoto de Azevedo, São José do Xingu (distrito de Santo Antônio do Fontoura), Porto dos Gaúchos e na cidade de Novo Progresso, no Estado do Pará.
Os mandados de busca e apreensão domiciliar, inclusive na modalidade itinerante, afastamento do sigilo de dados telefônicos e telemáticos e o acesso e extração dos dados dos dispositivos apreendidos, foram expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Barra do Garças.
A ação visa recuperar as armas, joias e o valor que foram subtraídos da vítima, além de outros materiais como celulares, tablets e notebook, essenciais para o esclarecimento das negociações e transações financeiras referentes à partilha do produto do crime.
A operação coordenada pela Derf conta com o apoio das Delegacias de Confresa, São José do Xingu e Santa Cruz do Xingu, das Delegacias Regionais de Guarantã do Norte, Sinop e Juína, e da Polícia Civil do Pará.
O crime
O furto qualificado foi praticado em uma propriedade rural em Confresa, na madrugada de 23 de setembro de 2024, quando os autores arrombaram cofres no interior da residência e subtraíram cerca de R$ 350 mil em espécie, além de joias e cinco armas de fogo.
Apuração
Durante diligências a equipe da Derf de Confresa identificou a atuação de grupo com divisão de tarefas entre os investigados. Os três alvos da operação são apontados como o informante (prestador de serviço com acesso ao interior da casa), o executor e o responsável pela logística do plano criminoso e pela destinação das armas de fogo furtadas.
Conforme a delegada da Derf de Confresa, Karen Amaral Makrakis, no decorrer da investigação foi encontrado registro da partilha entre os suspeitos, além de áudios, mensagens e fotografia de arma subtraída localizada em um aparelho celular.
“A precisão do furto dirigida exatamente aos bens guardados na casa, indicou desde o início que o grupo teria agido com informação privilegiada sobre o local e o conteúdo dos cofres. Os indícios revelaram a atuação de um grupo estruturado, com divisão de tarefas e posterior repartição do produto do crime entre os envolvidos, parte do qual chegou a ser negociada”, destacou a delegada.
Partilha
O nome da operação faz referência ao documento manuscrito apreendido durante as investigações, no qual os próprios envolvidos haviam anotado como dividiram entre si o produto do furto, cada um com a sua parte em armas, joias e valores, de modo que, se a partilha dividiu o espólio entre os envolvidos, é também a palavra que dá nome à resposta do Estado, a operação destinada a desfazer essa divisão.
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