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Garimpeiro investigado por agredir e abusar sexualmente da ex-companheira é preso no norte de MT

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Peixoto de Azevedo, cumpriu nesta sexta-feira (26.01) a prisão de um homem de 24 anos investigado por agredir e estuprar a própria esposa. O autor dos crimes foi localizado em um garimpo, na região rural do município.

O agressor teve a prisão preventiva decretada pela Justiça após investigação do Núcleo de Defesa da Mulher da unidade policial, que atendeu a vítima agredida a socos pelo ex-companheiro em outubro de 2022.

No inquérito policial, a Polícia Civil e o Ministério Público identificaram que além das agressões e ameaças, o autor teve relações sexuais com a vítima quando ela ainda tinha 13 anos, configurando o crime de estupro de vulnerável.

O fato foi descoberto quando autor, que não aceitava o fim do relacionamento, agrediu a vítima, que estava com a filha pequena nos braços, durante um baile, em Peixoto de Azevedo.

O autor dos crimes estava foragido desde o ano passado. Após o cumprimento do mandado de prisão, o acusado foi conduzido para Delegacia de Peixoto de Azevedo e, posteriormente, será encaminhado ao centro de detenção do município, onde ficará à disposição do Poder Judiciário.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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