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Foragidos da justiça de MT e do Maranhão são presos pela Polícia Civil em Lucas do Rio Verde

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Dois foragidos da justiça foram presos entre segunda e terça-feira na cidade de Lucas do Rio Verde, pela equipe da Delegacia da Polícia Civil.

Um dos capturados, I.M.S., de 29 anos, estava com duas prisões preventivas decretadas, desde o ano passado, pelos crimes de roubo qualificado e tráfico de drogas nas Comarcas de Codó e Coroatá, ambas no estado do Maranhão.

Ele foi preso no hospital municipal de Lucas do Rio Verde após receber alta da unidade de saúde, que comunicou a Polícia Civil sobre a entrada de uma pessoa alvejada por disparo de arma de fogo. Os investigadores verificaram o nome da pessoa ferida e constataram que havia os mandados de prisão em aberto pela Justiça do Maranhão.

Após receber alta do hospital, ele foi conduzido à delegacia e em seguida ao centro de detenção.

Tentativa de homicídio

A outra prisão foi de um dos autores de uma tentativa de homicídio ocorrida no mês de setembro, em São José do Rio Claro.

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P.H.P.S, 19 anos, foi preso pela equipe da Delegacia de Lucas do Rio Verde na segunda-feira (05). Ele estava com a prisão preventiva decretada pela Comarca de São José do Rio Claro pelos crimes de homicídio doloso tentado, organização criminosa e porte ilegal de arma de fogo.

Após o cumprimento do mandado, foi encaminhado ao centro de detenção de Lucas do Rio Verde.

O crime ocorreu em 16 de setembro de 2023. A vítima foi alvejada por integrantes de uma facção criminosa durante a aplicação de um castigo imposto pela organização porque, supostamente, teria perdido drogas apreendidas em uma ação policial. Mesmo alvejada, conseguiu escapar dos criminosos e pedir socorro.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil participa de evento nacional de combate ao narcotráfico em encontro técnico em Brasília

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A Polícia Civil de Mato Grosso participa nesta semana do primeiro Encontro Técnico da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento ao Narcotráfico (Renarc) e da Rede Nacional de Operações Ostensivas Especializadas (Renoe), em Brasília (DF). O evento é realizado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), reunindo unidades especializadas das polícias civis e militares dos 26 estados e do Distrito Federal. 

Mato Grosso conta como representantes o delegado de policia, Wilson Cibulski Junior, titular da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) e o investigador, Eduardo Bittencourt, chefe de operações da unidade.

Criadas em 2024 e coordenadas pela Senasp, a Renarc e a Renoe têm como objetivos o intercâmbio de experiências, a difusão de boas práticas e a construção de protocolos para atuação conjunta. Por meio delas, o MJSP busca aprimorar a repressão qualificada, desarticular estruturas criminosas complexas e aumentar os resultados operacionais em todo o País. O encontro, promovido pela Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), busca o alinhamento de estratégias, a padronização de procedimentos e o fortalecimento da interoperabilidade entre as unidades especializadas.

Durante a abertura, o diretor da Diopi, José Anchieta Nery, destacou a importância do engajamento de diferentes operadores de segurança pública na construção de estratégias integradas de combate ao crime. “Devemos ter uma atenção especial ao papel da União como articuladora institucional. Mas também é importante compreender que vivemos em uma Federação enorme. Por isso, é necessário que todos participem desse debate, com alinhamento e profissionalismo”, afirmou. “A integração acontece ao deixar de lado as vaidades institucionais, para visar à finalidade do bem comum”, acrescentou.

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Paradigmas e transversalidade

Na esteira das mudanças de paradigmas consideradas necessárias, Anchieta ressaltou a importância da participação de mulheres em posições de liderança na segurança pública. “É importante criar, nas nossas unidades de trabalho, um ambiente cada vez mais favorável à chegada de mulheres em posições de liderança. Quando se trata de combate ao crime organizado e ao narcotráfico, também precisamos receber mais mulheres, especialmente em cargos de liderança”, disse.

O coordenador-geral de Combate ao Crime Organizado da Diopi, Getúlio Monteiro, enfatizou a necessidade de atuação conjunta entre as redes, com respeito às suas atribuições. “A Renarc, com a Polícia Civil, e a Renoe, com a Militar, se fortalecem dentro das suas especificidades, com o diferencial de serem efetivamente ouvidas. Não fazemos nada sozinhos. Por isso, a busca por essa transversalidade, que é traduzida por meio do contato direto entre as redes. Assim, potencializamos, cada vez mais, o nosso fluxo de informações e o trabalho em conjunto”, concluiu.

Atuação

A Renarc tem como objetivo integrar as polícias civis de todos os estados brasileiros no combate ao narcotráfico e às organizações criminosas. Desde a sua criação, a rede contabiliza mais de 5 mil prisões e centenas de toneladas de drogas apreendidas — com prejuízo estimado em mais de R$ 2 bilhões ao crime organizado.

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A Renoe busca fortalecer o enfrentamento ao crime organizado por meio da integração das unidades especializadas das polícias militares de todo o País. Nos últimos dois anos, a rede apresentou resultados que indicam prejuízo superior a R$ 1,6 bilhão ao crime organizado, além da apreensão de 721 armas de fogo e toneladas de drogas.

Também participaram da abertura do primeiro Encontro Técnico a desembargadora do Tribunal de Justiça de São Paulo Ivana David; o procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Mato Grosso do Sul e presidente do Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas, Romão Avila Milhan Júnior; o presidente do Conselho Nacional de Comandantes-Gerais das Polícias Militares, coronel Renato dos Anjos Garnes; o coordenador-geral de Combate ao Contrabando e Descaminho da Receita Federal, Raphael Eugênio de Souza; e o chefe do Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico da Polícia Civil de Minas Gerais, Rodrigo Macedo de Bustamante.



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