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Foragido por não pagar pensão alimentícia é preso pela Polícia Civil no Tocantins

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Um homem considerado foragido da Justiça por não pagamento de pensão alimentícia aos filhos teve mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, nesta quarta-feira (25.05) na Operação Amón, em investigações realizadas pelo Núcleo de Inteligência da Delegacia Regional de Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá).

O foragido, de 28 anos, estava com o mandado de prisão expedido pela Comarca de Porto Alegre do Norte e foi localizado na cidade de Gurupi (TO)

Em uma ação conjunta entre policiais do Núcleo de Inteligência de Confresa, e policiais da Delegacia de Porto Alegre do Norte e da Delegacia de Polícia de Gurupi/TO foi possível dar cumprimento à ordem judicial. 

Após ter o mandado cumprido, o preso está à disposição da justiça para responder por seus atos.

Ámon é um nome com origem no grego, que quer dizer “o oculto”, “o escondido”.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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