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Policiais civis de MT são capacitados em Curso de Inteligência de Fiscalização Ambiental

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema), participaram da 5ª edição do Curso Básico de Inteligência de Fiscalização Ambiental (CBI), realizado entre os dias 21 a 25 de agosto, em Brasília (DF). O evento reuniu servidores de órgãos federais e estaduais ligados à proteção do meio ambiente de todo país.

O curso, realizado entre os dias 21 a 25 agosto, buscou capacitar servidores de instituições envolvidas na fiscalização e controle de práticas lesivas ao meio ambiente em noções básicas de inteligência, contrainteligência e operações de inteligência.

Três policiais civis de Mato Grosso estiveram presentes no evento, entre eles, a delegada titular da Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema), Liliane Murata e dois investigadores lotados na especializada.

O CBI é realizado pela Diretoria de Proteção Ambiental (Dipro), em conjunto com a Diretoria de Planejamento, Administração e Logística (Diplan) e organizado pela Coordenação de Inteligência Ambiental (Coint) e pela Coordenação de Educação Corporativa (Ceduc).

A capacitação conta com apoio do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD) e do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), por meio do projeto de Fortalecimento da Resposta do Sistema de Justiça Criminal aos Crimes Florestais (CRIMFLO), implementado com o apoio do Escritório Internacional Antidrogas e de Aplicação da Lei (INL) do Departamento de Estado dos Estados Unidos.

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Órgãos participantes:

Além de servidores do Ibama, participam da turma servidores dos seguintes órgãos federais e estaduais: Agência Estadual de Meio Ambiente do Estado de Pernambuco (CPRH); Força Aérea Brasileira (FAB); Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai); Instituto Água e Terra do Estado do Paraná (IAT); Instituto Brasília Ambiental do Distrito Federal (Ibram); Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio); Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado da Bahia (Inema); Instituto de Natureza do Tocantins (Naturatins); Instituto Estadual do Ambiente do Estado do Rio de Janeiro (Inea); Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra); Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa); Polícia Civil do Estado do Amazonas (PC/AM); Polícia Judiciária Civil do Estado do Mato Grosso (PJC/MT); Polícia Militar do Estado de Minas Gerais (PMMG); Polícia Rodoviária Federal (PRF); Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Estado do Amapá (Sema/AP); Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Estado do Amazonas (Sema/AM); Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Estado de Goiás (Semad); Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Estado de Minas Gerais (Semad/MG); Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Estado do Pará (Semas/PA); e Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo (Semil).

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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