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Foragido por estupro de vulnerável em Santa Catarina é preso pela Polícia Civil em Sorriso

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Assessoria/Polícia Civil-MT

Um foragido da Justiça de Santa Catarina teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, na quarta-feira (26.01), em ação do Núcleo de Defesa da Mulher e Crimes Sexuais da Delegacia de Sorriso (442 km ao norte de Cuiabá).

O suspeito, de 45 anos, estava com o mandado de prisão por condenação em aberto pela Comarca de Santa Cecília (SC) pelo crime de estupro de vulnerável, com pena de 13 anos e quatro meses de reclusão.

Com informações de que o foragido estava residindo na cidade de Sorriso, os policiais do Núcleo de Defesa da Mulher e Crimes Sexuais localizaram o endereço do suspeito, no bairro Jardim Aurora, e depois de monitoramento, conseguiram dar cumprimento à ordem judicial.

O foragido foi conduzido à Delegacia de Sorriso para as providências cabíveis e posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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