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Ação integrada recupera valor subtraído de vítima de golpe por meio virtual

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) em parceira com a Delegacia de Lucas do Rio Verde, região norte do Estado, recuperou parte do valor subtraído de vítima de estelionato por meio eletrônico.

Na tarde de quinta-feira (09.06), a vítima de 25 anos procurou a Delegacia de Lucas do Rio Verde, para registrar a ocorrência. O comunicante relatou que estava em contato por telefone com uma pessoa, negociando a compra de um veículo Voyage.

A vítima negociou a compra do automóvel pelo valor de R$ 22,5 mil, bem como ficou combinado da mesma ir até a cidade de Lucas do Rio Verde, pois o carro estava com o irmão do suposto vendedor.

Logo depois de olhar o carro e manifestar o interesse na aquisição, a vítima efetuou a transferência do valor total para a conta bancária indicada pelo golpista. No entanto, ao procurar um despachante a mesma descobriu que havia caído no golpe de estelionato.

A Delegacia de Lucas do Rio Verde solicitou apoio da DRCI, que conseguiu por meio de bloqueio bancário recuperar a quantia de R$ 5 mil subtraídos da vítima.

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As investigações continuam visando identificar e responsabilizar criminalmente o autor do crime.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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