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Foragido da Justiça do Paraná por estupro de vulnerável é preso pela Polícia Civil em Sinop

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Assessoria/Polícia Civil-MT

Um homem foragido da Justiça do Paraná teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, no sábado (22.01), em ação realizada pela equipe plantonista da Delegacia de Sinop (499 km ao norte de Cuiabá).

O suspeito, de 42 anos, estava com o mandado de prisão em aberto pelo crime de estupro de vulnerável expedido pela Vara Criminal da Família, da Comarca de São Miguel do Iguaçu (PR).

As diligências iniciaram logo após os policiais plantonistas receberem informações sobre o mandado de prisão em aberto contra o suspeito, que estaria residindo nos fundos de um posto, no bairro Setor Residencial Norte.

Em diligências no endereço, os policiais conseguiram localizar o suspeito que foi comunicado sobre a ordem de prisão e conduzido à Delegacia de Sinop para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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