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Foragido da Justiça de Goiás é preso em Sinop em ação integrada da Polícia Civil e PM

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Um procurado pela Justiça goiana pelo crime de homicídio foi localizado na quinta-feira (11.05), em Sinop, após informações compartilhadas entre as Polícias Civil de Mato Grosso e Polícia Militar do estado vizinho.

A prisão contou com a colaboração da agência local de inteligência de São Miguel do Araguaia e Polícia Militar de Sinop.

C. A. O., 47 anos, estava com a prisão decretada pelo homicídio ocorrido em 2014, na cidade de Nova Crixás, interior de Goiás, tendo como vítima Eliezer Ferreira Vaz.

O paradeiro do preso foi descoberto após investigação da Delegacia Regional de Confresa, que identificou onde foragido estava residindo e acionou a Polícia Militar Sinop para a prisão do procurado.

A ação faz parte da Operação Amón, da Polícia Civil, para cumprimento de mandados de foragidos da Justiça. O nome Amón é de origem grega e quer dizer oculto ou escondido.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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