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Executor de homicídio de advogado em Arenápolis é condenado a 15 anos de reclusão

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O autor do assassinato de um advogado em Arenápolis, em maio do ano passado, foi condenado nesta sexta-feira (02.02), em sessão do tribunal do júri na comarca do município, a 15 anos de reclusão pelo homicídio triplamente qualificado.

O inquérito conduzido pela Delegacia da Polícia Civil de Arenápolis apurou indícios que a vítima, Hur-Carlos Santos França, de 38 anos, foi morta com disparos de arma de fogo pelo réu, que estava em uma motocicleta. A vítima chegou a ser socorrida a uma unidade de saúde, mas não resistiu.

Em maio do ano passado, o autor foi preso temporariamente após se apresentar na delegacia do município e, posteriormente, teve prisão convertida em preventiva pelo poder Judiciário e permaneceu sob custódia durante as investigações.

Além do homicídio que chocou a cidade de Arenápolis, o autor do crime foi indiciado por porte ilegal de arma de fogo.

Durante o inquérito, a Polícia Civil apreendeu elementos que contribuíram para chegar à autoria do crime, como roupas, um capacete utilizados na ação, além de um aparelho celular danificado. O réu, ao ser interrogado na época, optou por permanecer em silêncio.

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O delegado responsável pelas investigações, Hugo Abdon, ressaltou a consistência dos elementos probatórios que embasaram a condenação do réu.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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