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Diretoria da Polícia Civil se reúne com ministro da Justiça e Segurança Pública

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A diretoria da Polícia Civil de Mato Grosso se reuniu nesta segunda-feira (06.06) com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, em Brasília (DF).

Entre os assuntos tratados estão a formulação da Lei Geral das Polícias Civis do Brasil, além de outras pautas relacionadas a projetos com a Secretaria de Gestão e Ensino em Segurança Pública (Segen).

Além do encontro como ministro da Justiça, os diretores da Polícia Civil cumprem na Esplanada dos Ministérios outras agendas e visitas institucionais.

Durante os encontros, a diretoria entregou exemplares do livro sobre os 180 anos da Polícia Civil de Mato Grosso ao ministro Anderson Torres, à secretária da Segen, Ana Cristina Melo Santiago, e ao deputado federal João Campos de Araújo, de Goiás.

Cumprem as agendas em Brasília, o delegado-geral Mário Dermeval, o delegado-geral adjunto, Gianmarco Paccola Capoani, o assessor institucional Carlos Francisco de Moraes, e o delegado titular da DRCI, Ruy Guilherme Peral da Silva.

Nesta terça-feira (07) os diretores participaram de outra reunião com o secretário Carlos Renato Paim, da secretário nacional de Segurança Pública (SENASP).

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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