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Dinheiro e objetos furtados são recuperados e autores do crime são identificados pela Polícia Civil

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Policiais civis da Delegacia de Marcelândia, na região norte do estado, recuperaram nesta terça-feira (27.12) objetos e dinheiro furtados de duas propriedades rurais do município e identificaram os autores do crime.

Os furtos foram registados na noite de domingo, 25 de dezembro, quando as casas das vítimas foram invadidas e do local foram levados objetos como capacete de motocicleta, calculadora científica, acessórios de smartphone e dinheiro.

Após diversas diligências para esclarecer o crime, os investigadores conseguiram identificar o casal responsável pelos furtos e recuperar parte dos objetos subtraídos, além de R$ 11,2 mil.

O casal foi conduzido à delegacia e ouvido. Um inquérito foi instaurado para esclarecer o crime e responsabilizar criminalmente os autores.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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