POLÍCIA
Polícia Civil de MT participa de encontro sobre forças-tarefas de segurança pública
POLÍCIA
Integrantes de Forças-Tarefas de combate ao crime organizado participaram nesta semana, em Natal (RN) de um encontro promovido pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública para debater rotinas administrativas e operacionais com foco na troca de experiências e fortalecimento de investigações.
O evento debateu a padronização de rotinas e a integração entre os policiais que atuam nas forças-tarefas, aumentando o sucesso das operações no combate ao crime organizado.
A Polícia Civil de Mato Grosso integra a Força-Tarefa de Segurança Pública do estado que reúne também a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Militar.
“A troca de experiências e o intercâmbio de informações entre as demais Forças-Tarefas e policiais de agências americanas e espanholas são muito importantes para o contínuo enfrentamento à criminalidade organizada no Mato Grosso, que possui reflexos em outros Estados e até outros países”, pontuou o delegado Gustavo Godoy Alevado, que integra a Força-Tarefa pela Polícia Civil de Mato Grosso.
O encontro foi coordenado pela Secretaria de Operações Integradas (Seopi) em parceria com a Agência de Investigações de Segurança Interna (Homeland Security Investigations ) da Embaixada dos Estados Unidos, promovendo a troca de experiências e apresentação de investigações de sucesso. O evento nacional faz parte do Projeto do MJSP para integrar as FTs que atuam no combate ao crime organizado.

As Forças-Tarefas do Brasil atuam de forma conjunta e especializada no enfrentamento à criminalidade organizada em todo o território nacional, em um acordo de cooperação técnica entre a União, Estados e o Distrito Federal.
O encontro reuniu policiais das Forças-Tarefas do Rio Grande do Norte, Ceará e Paraíba, Minas Gerais, Roraima, Mato Grosso e Piauí, além de policiais de agências americanas e espanholas.
Com informações do MJSP
POLÍCIA
Polícia Civil cumpre 26 ordens judiciais contra grupo criminoso envolvido com tráfico e lavagem de capitais
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (8.10), a Operação Fio para cumprimento de 26 ordens judiciais contra um grupo criminoso investigado pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais.
Ao todo, são cumpridos nove mandados de busca e apreensão, cinco mandados de prisão preventiva e 12 ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros, expedidas pela Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo da Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).
Os mandados são cumpridos simultaneamente em Cuiabá, Várzea Grande e Mirassol D’Oeste, em Mato Grosso, e Litoral Sul de São Paulo. A operação conta com apoio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) de São Paulo/Santos, Delegacia de Mirassol d’Oeste e Coordenadoria de Enfrentamento ao Crime Organizado (Cecor).
Investigações
As ordens judiciais são decorrentes de investigação conduzida pela Polícia Civil que apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento com o tráfico de entorpecentes e com a movimentação de recursos relacionados às atividades criminosas.
No curso das apurações, foram reunidos elementos que indicam a participação de diferentes investigados na atividade criminosa, além de indícios de movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica declarada de alguns dos envolvidos e possível utilização de pessoas físicas e jurídicas para circulação e ocultação de valores.
Entre os alvos está um investigado que teria deixado a região de Cuiabá após sofrer uma tentativa de homicídio em um hotel de Várzea Grande. Na ocasião, homens armados invadiram o estabelecimento e efetuaram diversos disparos em sua direção, porém ele não foi atingido. Posteriormente, o investigado teria se deslocado para outra localidade.
As circunstâncias do atentado e eventual relação do episódio com a atividade do tráfico e outras situações apuradas dentro na Operação Fio permanecem sob investigação.
Descapitalização financeira
As 12 medidas de bloqueios de bens possuem limites definidos conforme a situação de cada alvo. Para alguns investigados, foi autorizado o bloqueio integral dos ativos financeiros eventualmente localizados, enquanto, para outros, foram estabelecidos limites individualizados, com valores aproximados de R$ 300 mil, podendo alcançar R$ 1,4 milhão no maior limite individual fixado.
As medidas cautelares buscam interromper a atuação criminosa investigada, preservar elementos de prova e evitar a eventual dissipação de ativos que possam estar relacionados aos delitos apurados.
As investigações prosseguem, especialmente com a análise dos novos elementos que forem arrecadados durante o cumprimento das medidas judiciais, visando ao aprofundamento das apurações e à conclusão da investigação.
A ação reforça a atuação permanente da Polícia Civil no enfrentamento às facções criminosas e ao tráfico de drogas, assim como a importância da participação da sociedade no fornecimento de informações que possam contribuir para a identificação e responsabilização de pessoas envolvidas em atividades criminosas.
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