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Cavalaria prende dois homens e apreende 1500 pacotes de cigarros contrabandeados

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A equipe de Regimento de Policiamento Montado (Cavalaria) prendeu em flagrante dois homens, de 23 e 40 anos, pelo crime de contrabando ou descaminho, na tarde desta terça-feira (15.02), em Cuiabá. Na ação, os policiais apreenderam 1.500 pacotes de cigarros contrabandeados, que seriam distribuídos pela Capital.

Em patrulhamento pelo bairro Cidade Verde, no período da tarde, a equipe da Cavalaria recebeu uma denúncia anônima informando que dois veículos, um Peugeot de cor preta e um Ônix de cor branca, estariam fazendo a entrega de cigarros contrabandeados pela região. Ainda de acordo com a denúncia, os produtos seriam oriundos do Paraguai.

De posse das informações, os policiais realizaram rondas pela região, encontraram o veículo Peugeot em frente a uma residência e abordaram um homem. Questionado sobre o crime, o suspeito afirmou que apenas realizava a entrega dos cigarros e que receberia uma quantia em dinheiro pelo serviço.

O suspeito autorizou a entrada dos policiais na residência, onde foram encontradas caixas com os pacotes de cigarro. Neste momento, outra parte da equipe abordou um suspeito que estava chegando no imóvel dirigindo o veículo Ônix. O homem se apresentou como dono dos cigarros e informou que já havia sido preso anteriormente, por esse mesmo tipo de crime.

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Diante dos fatos, os dois homens e todos os produtos apreendidos foram encaminhados para à Central de Flagrantes, para o registro da ocorrência. Posteriormente foram deslocados para a sede da Polícia Federal, na Capital, para as demais providências que o caso requer.

Disque-Denúncia 

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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