POLÍCIA
Balanço Operação Proclamação da República 2022 em MT
POLÍCIA
Na semana do dia 11 de novembro até o dia 15 do referido mês, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou a Operação Proclamação da República 2022. Muitos motoristas aproveitam o feriado prolongado para viajar, com isso há o aumento do fluxo de veículos e de ônibus em rodovias e estradas federais do Brasil. Neste sentido, a PRF tem a missão de reforçar o policiamento ostensivo preventivo em locais e horários de maior incidência de acidentes graves e de criminalidade, com o intuito de diminuir a violência no trânsito e a consequente quantidade de feridos e mortos.
Segurança Viária
Dessa forma, a instituição reforça o efetivo e direciona o foco na segurança viária, sem abrir mão do enfrentamento à criminalidade no período da Operação. Durante os cinco dias de Operação, a PRF flagrou 19 motoristas dirigindo sob efeito álcool. 130 condutores ou passageiros não utilizavam o cinto de segurança e 27 crianças eram transportadas fora do dispositivo de segurança. No total, foram registradas 207 infrações de ultrapassagem.
Acidentalidade
Foram contabilizados 29 acidentes, sendo 3 graves. 13 pessoas ficaram feridas e 1 morte foi registrada. Durante o feriado de Proclamação da República em 2021, a PRF registrou 27 acidentes, sendo 11 considerados graves. 23 pessoas ficaram feridas e 2 morreram.
Criminalidade
Durante a operação em 2022, a PRF apreendeu mais de 43 kg de entorpecentes,1 veículo com registro de roubo/furto foi recuperado.
Fonte: PRF MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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