POLÍCIA
Autor de vários estupros de vulneráveis é condenado a mais de 66 anos de prisão
POLÍCIA
As condenações do réu totalizam pena de 66 anos, 10 meses e 19 dias de reclusão, inicialmente em regime fechado. Na decisão judicial da Comarca de Alta Floresta, foi decidido pela manutenção da prisão preventiva, com o fim de garantir a ordem pública, a aplicação da lei penal e a segurança física e psíquica das vítimas.
As investigações conduzidas pela Delegacia de Alta Floresta, entre os meses agosto e setembro de 2021, resultaram na prisão do investigado e agora condenação do envolvido em múltiplos crimes de estupro de vulnerável contra sua filha e duas sobrinhas.
Além de violência, o criminoso usava o pretexto de brincadeiras infantis e ingênuas para cometer os abusos sexuais em desfavor das meninas.
Ele também responde a tentativa de homicídio contra sua ex-esposa, ocasião em que manteve as crianças em cárcere privado, chegando a atirar contra os policiais civis que negociavam sua rendição, na época dos fatos. Em relação a esses crimes, o réu aguarda julgamento pelo Tribunal do Júri.
As duas investigações foram conduzidas pelo delegado André Victor de Oliveira Leite, que enfatizou a importância desta condenação. “Essa condenação é uma resposta para a sociedade, e um sinal de que crimes desta natureza serão tratados com a máxima seriedade e rigor pela Polícia Civil e pela Justiça”, disse o delegado.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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