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Autor de furto e estelionato em cidades de Mato Grosso é preso pela Polícia Civil em MS

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Um homem suspeito da prática de estelionato em diversas cidades de Mato Grosso teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, nesta terça-feira (01.08), após ser identificado em investigações da 1º Delegacia de Polícia de Sinop e da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) do município.

O investigado estava com mandado de prisão preventiva decretada pela 1ª Vara Criminal de Sinop e foi localizado e preso em Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul.

As investigações iniciaram em abril deste ano, após o suspeito se envolver em um acidente de trânsito entre uma motocicleta e um automóvel. Na ocasião, ele assumiu a responsabilidade pelos danos materiais dos dois veículos, desde que a vítima pagasse a metade da franquia, no valor de R$ 2,5 mil.

A partir do pagamento do primeiro valor, o investigado conseguiu continuar ludibriando a vítima e subtrair mais R$ 2 mil, supostamente para fazer o reparo da motocicleta, que não foi realizado. Mesmo diante dos pagamentos, ele continuava cobrando novos valores da vítima, que decidiu fazer a denúncia do crime de estelionato.

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Desdobramento

Com base nas informações, os investigadores da 1ª DP e da Derf de Sinop iniciaram as diligências, conseguindo identificar que o veículo envolvido no acidente era alugado e foi utilizado por criminosos em um furto mediante fraude de peças ocorrido em uma loja de peças e equipamentos agrícolas.

As investigações apontaram que no dia do furto, o suspeito chegou à loja, uniformizado e com crachá, afirmando que pegaria algumas peças que teriam sido vendidas em outra unidade do estabelecimento. Após identificação do suspeito, os policiais identificaram pelo menos oito ocorrências registradas contra ele, relacionadas a crimes de furto e estelionato, em sete municípios de Mato Grosso, onde ele morou nos últimos dez anos.

Um dos crimes ocorreu em 2022, em Cuiabá, onde ele se apresentava como engenheiro agrônomo e tirou mais de R$ 22 mil de uma vítima em uma suposta associação para abertura de uma empresa na área agrícola.

A partir das informações levantadas, o delegado Edmundo Félix de Barros Filho representou pela prisão do investigado pelo crime de furto. A ordem judicial foi expedida, porém o suspeito foragiu da cidade de Sinop. As investigações continuaram até que ele foi localizado morando em Campo Grande, onde foi preso com o apoio da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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